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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Os Países Mais Felizes do Mundo

O dia 21 de março de 2017 foi anunciado como Dia Internacional da Felicidade e a ONU (Organização das Nações Unidas) auxiliou a organizar a lista do The Word Happiness Report ranqueando os países mais felizes do mundo. 

O World Happiness Report é um ranking que mede a felicidade mundial utilizando determinados critérios. São analisados PIB per capita (a prosperidade nacional), expectativa de vida, índices de corrupção, a confiança que se tem no governo, segurança econômica, índices de violência, índices de saúde mental (casos de depressão) e as condições de liberdade, honestidade e generosidade entre os habitantes, ou seja, confiança de que se vive em uma sociedade na qual uns podem contar com os outros. 

Em 2017 o país que elencou todos esses tópicos foi a Noruega. O país nórdico possui uma educação de qualidade, bons serviços públicos de saúde e há uma constante busca por equilíbrio entre o trabalho e o lazer para obtenção e manutenção da saúde mental e física. Há ainda outros planos, que sob o jugo dos demais países o torna extraordinário, como é o caso da licença à paternidade que dura dez semanas.
Cidade de Bergen, na Noruega, eleito o país mais feliz do mundo em 2017 (VEJA/iStock)


Ficam ainda no top 10 dos países mais felizes Dinamarca (2º), Islânida (3º), Suíça (4º), Finlândia (5º), Holanda (6º), Canadá (7º), Nova Zelândia (8º), Austrália (9º) e Suécia (10º). O Brasil ficou em 22º lugar e os Estados Unidos em 14º, ambos os países perderam posições devido a discrepâncias políticas, casos de corrupção e insatisfação pública. 

A Universidade Feevale possibilita intercâmbios, e algumas das universidades estrangeiras conectadas a ela ficaram localizadas entre os 20 países mais felizes do mundo. São eles:
Dinamarca (2º): Disponível para os cursos de Computação Gráfica e Engenharias. Idiomas: Inglês.
• VIA University College.
Dinamarca (Globe Travel/Reprodução)

Finlândia (5º): Disponível para os cursos de Administração, Biomedicina, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Design, Direito, Enfermagem Engenharias, Gestão ambiental, História, Jornalismo, Letras e Medicina. Idiomas: Inglês.
• HAMK - University of Applied Sciences
• UTA - University of Tampere
Finlândia (Globe Travel/Reprodução)

Holanda (6º): Disponível para os cursos Artes Visuais, Belas Artes, Administração, Comércio Exterior, Comunicação Social e Marketing. Idiomas: Inglês e Alemão.
• Fontys - Fontys University
Holanda (RailEurope/Reprodução)

Canadá (7º): Disponível para os cursos Administração, Animação e Pesquisa Cultural, Artes Visuais, Biologia, Ciência Ambiental, Comunicação (Relações Humanas), Direito (Ciência Política, Concentração em relações Internacionais), Economia, Educação e Educação Física, Gestão de Recursos Humanos, História, Hotelaria, Marketing, Letras, Linguística, Psicologia, Teatro e Turismo. Idiomas: Inglês e Francês.
• Concordia University of Edmonton
• UQAM - Université du Québec à Montréal
Quebec (Morando no Canadá/Reprodução)

Estados Unidos (14º): Disponível para os cursos de Administração, Arquitetura, Biologia, Biomedicina, Ciência da Computação, Comércio exterior, Enfermagem, Engenharias, Letras, Psicologia e Química. Idiomas: Inglês.
• The University of New Mexico
USA (Cigarrettes in New York/Reprodução)

Alemanha (16º): Disponível para os cursos de Administração, Arquitetura, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Engenharias e Marketing. Idiomas: Inglês e Alemão.
• Cologne Business School
• Technische Universität Kaiserslautern
Alemanha (Globe Travel/Reprodução)

Bélgica (17º): Disponível para os cursos de Administração, Enfermagem, Nutrição, Pedagogia e Tecnologia da Informação. Idiomas: Inglês.
• UC Leuven-Limburg 
Bélgica (Rango e Trago/Reprodução)

Chile (20º): Disponível para os cursos de Administração, Arquitetura, Artes Visuais, Biomedicina, Bioquímica, Computação e Informática, Comunicação Digital e Multimídia, Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas), Design, Direito, Economia, Educação Física, Enfermagem, Engenharias, Farmácia, Fisioterapia, Fotografia, Pedagogia, Pedagogia em Linguagem e Comunicação e Turismo. Idioma: Espanhol.
• UACh - Universidad Austral de Chile
• UMayor - Universidad Mayor
• Universidad Santo Tomás
• UPA - Universidad del Pacifico
Chile (Panoramio/ Reprodução)

Segundo Paula Cundari responsável pela Diretoria de Relações Internacionais da Universidade Feevale “É importante para o aluno saber que o país para onde pretende realizar o seu intercâmbio, além de encontrar uma excelente estrutura acadêmica nas universidades conveniadas, também estará em um país onde os cidadãos têm uma qualidade de vida diferenciada, que inclui um alto nível de bem-estar e felicidade. Essas experiências serão um diferencial relevante para vida pessoal, acadêmica e profissional do Intercambista”.

E você leitor? Para qual dos países mais felizes do mundo deseja ir? Quem sabe se aprendermos um pouco sobre a cultura deles não consigamos mudar a realidade do nosso país e subir no ranking. 

Marina Klein Telles, acadêmica de 1º semestre em Jornalismo na Universidade Feevale

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Dicas para intercâmbio na Holanda


A Holanda é conhecida por ter uma cultura rica, uma população bastante receptiva e também por registrar ótimos índices na educação. Sendo referência no mundo acadêmico, o país se encontra entre os top 10 na listagem dos melhores sistemas educacionais do mundo, de acordo com a revista inglesa “Times Higher Education”. É também o 7º país que mais gasta com a educação.
Mais de 10% da sua população acadêmica é formada por estudantes estrangeiros, tornando um ambiente de estudos multicultural e favorável à construção de uma rede de relacionamentos internacional.
O país atrai diversos estudantes internacionais pela variedade de bolsas e cursos oferecidos pelo governo e pelas universidades. 
De acordo com a Nuffic Neso Brazil, são mais de 2.100 opções cursos ministrados em inglês entre programas de graduação, pós-graduação e cursos de curta duração, em todas as áreas de conhecimento.
                           Foto: we-wanderlust.com

A Nuffic Neso Brazil é uma agência que tem por objetivo promover o ensino superior holandês no Brasil, estimular a cooperação institucional entre universidades brasileiras e holandesas, desenvolver relações de ex-alunos e aconselhamento aos estudantes.
Todos os candidatos a cursos superiores na Holanda devem comprovar sua capacidade em inglês através de exames como o TOEFL (Test of English as a Foreign Language) ou o IELTS (International English Language Testing System).
Segundo a Neso Brazil, na Holanda existem dois tipos de educação superior: um voltado para a pesquisa científica, oferecido em 18 universidades de pesquisa e outro mais orientado para a prática profissional, presente em 43 universidades de ciências aplicadas. Também há instituições especializadas em educação internacional, que oferecem programas especialmente voltados para estudantes estrangeiros.
As universidades mais conceituadas da Holanda, são: Universidade Técnica de Delft, Universidade de Amsterdã, Universidade de Leiden e Universidade de Utrecht.
Quais são as exigências feitas para admissão de estudantes estrangeiros?
As universidades podem ter diferentes requisitos, por isso é muito importante entrar em contato com a instituição escolhida para saber exatamente quais são as exigências de cada caso.
                                 Foto: Blog Ao Ponto 

Mas em grande parte dos casos a validação dos diplomas e os testes de proficiência em inglês são requisitos obrigatórios. Para estudantes de bacharelado é exigido um diploma de ensino médio, para alunos de mestrado é exigido um diploma de graduação e assim por diante. 
Já com relação aos testes de capacidade em inglês, os TOEFL e o IELTS, já citados anteriormente, são os mais aceitos.
Mas, quanto custa um curso na Holanda?
Os preços dos cursos variam de acordo com a área de conhecimento, os níveis de graduação e a estrutura da instituição. Para cursos de bacharelado, por exemplo, os preços variam entre 4.000 e 10.000 euros por ano. As universidades costumam divulgar o valor dos programas no banco de cursos da Neso Brazil.

Nicole Morbach, acadêmica do 5º semestre de Publicidade e Propaganda na Universidade Feevale.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Top 5 – blogs de viagem para conferir

A aluna do curso do 2°semestre de Jornalismo, Miluna Rilo Ayala,  separou uma lista com cinco blogs de viagem que todos que tem interesse de devem conferir!

Não há melhor jeito de renovar as energias do que viajar, seja para outra cidade no seu estado, outro país no seu continente ou atravessar o oceano para visitar o outro lado do mundo. Aqui conferes blogs para aprimorar suas pesquisar para o próximo destino.

Foto divulgação


Este blog mostra lugares nacionais e internacionais com dicas de hospedagem, onde comer e se divertir, além de compartilhar experiências vividas nos lugares e serviços pelos dois jornalistas responsáveis pelo blog.

Foto: Nós no mundo


Quer muitas dicas e motivos para uma aventura? 
Esse blog tem bastante, te ajuda na hora da mala para variados destinos, explica muito bem o uso de aplicativos para não se perder e aproveitar ao máximo sua viagem.

Foto: Viaje na viagem


Tem uma lista extensa de países com informações sobre os diversos lugares turísticos que devem ser visitados, roteiros supercompletos, passeios culturais e as informações das melhores datas para cada lugar.

Foto: letsrunawaytravel


O blog onde mostram várias oportunidades com promoções imperdíveis para quem está planejando viajar e não pretende gastar muito com os pacotes, passagens, hotéis e com as refeições típicas.

Foto: Preciso Viajar


Para quem gosta de se preparar bem antes e saber informações de documentos, transporte, os melhores preços e os hábitos do lugar que pretende conhecer acesse esse blog e fique bem atento.

Miluna Rilo Ayala, 2º semestre de Jornalismo da Universidade Feevale.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Irlanda: Quebrando fronteiras, abraçando culturas

Foto: arquivo pessoal de Gustavo Fritzen

Ir ao mercado, pegar um ônibus ou simplesmente pedir uma informação na rua. Essas são algumas atividades que fazem parte de nossa rotina e que geralmente realizamos no piloto automático. Mas as tarefas podem não ser tão simples assim quando estamos em outro país com uma cultura ou idioma tão diferente da nossa.
Durante meus seis meses em Dublin, capital da Irlanda, muitos choques culturais foram vividos. Talvez a famosa política do faça-você-mesmo tenha sido a maior delas. A linha de pensamento é simples: por que pagar para uma pessoa servir a outra se a mesma pode fazê-lo? Exemplo disso é o que é feito na Tesco, rede de supermercados da Europa. Em várias unidades da franquia há a opção dos próprios clientes comprarem suas mercadorias, depositando o dinheiro num caixa automático (e recebendo o troco da máquina, caso necessário). Outro caso é o do transporte Luas, uma espécie de metrô que circula num trilho entre os carros no meio da cidade. Ao comprar os tickets, o passageiro digita numa máquina específica a estação em que está e qual deseja ir. Detalhe: não há fiscal que controla bilhete por bilhete na entrada dos passageiros e acredite, as pessoas respeitam. Das vezes que andei, poucas vi um funcionário pedindo a passagem de passageiros específicos.
Antes de embarcar para a Ilha Esmeralda já tinha ouvido falar de alguns desses costumes. Frente a nossa realidade, isso parecia mais um mito, algo que não poderia dar tão certo assim.  Mas deu. Outra coisa que me alertaram era a grande quantidade de brasileiros por lá e que quando menos me desse conta eu me veria rodeado por outros brasileiros que tentavam a sorte fora do país. No que diz respeito a companhias, não tenho do que reclamar.
Vivi cercado de brasileiros, é verdade, mas também estive rodeado por pessoas de outras nacionalidades. Era estranho -  e ainda é, ao menos um pouco – me referir a eles pelos nomes com fonéticas tão diferentes, como Takuya, Lee ou Ayşegül. Quando não nos reuníamos na casa de algum de nós (o que não era tão comum, já que todos dividíamos a moradia com pessoas que conhecemos por lá), íamos a pubs irlandês e lá ficávamos até fechar, o que também não ia até muito tarde, pois os estabelecimentos acendem as luzes e mandam todos embora por volta das duas ou três da manhã.
Quando se está na Irlanda é muito fácil se deslocar para outros lugares, sejam diferentes cidades ou até mesmo países que você sempre sonhou. Há quem prefira abrir mão desse luxo para juntar dinheiro e renovar seu visto, o que não era meu caso. Tendo planos a serem completados no Brasil, reservei meu sétimo e último mês para fazer um mochilão.
Com passagens aéreas internacionais cujos valores chegam a 10 euros, pegar um voo de Dublin para Paris pode não parecer impossível. Na realidade, a passagem de ônibus até o aeroporto chegou a ser o mais caro em alguns momentos.
Foram 30 dias imergindo em diferentes culturas num curto espaço de tempo. Andei pelas ruas de Helsinki (Finlândia) com suecos que conheci no hostel onde me hospedei, encontrei o ator argentino Ricardo Darín (O Segredo de Seus Olhos e Um Conto Chinês) nas ruas de Barcelona e comi a legítima pizza italiana em Roma. Também dormi num McDonald's 24 horas em Bruxelas (Bélgica) após ter problema com minha hospedagem, visitei a Plataforma 9 ¾ em Londres, passei pelas doze casas até o templo de Atenas, na Grécia,  e o pude ver pessoalmente o Muro de Berlim. 
Passado quase um ano desde minha volta ao solo gaúcho, ainda mantenho contato com alguns amigos que conheci lá. Trocamos mensagens para compartilhar alguma bobagem ou simplesmente para perguntar se está tudo bem; com essa onda de atentado em vários países europeus, alguns deles presenciaram ou conhecem alguém que se envolveu no caso.
Talvez um ou outro venha até o Brasil no próximo ano, conhecer um pouco mais da cultura daqui e, principalmente, provar o legítimo pastel de queijo (sim, pastel. Também não entendo). Sobre visitar eles? Também está num plano, para um futuro não (tão) distante, ou assim espero.

Foto: arquivo pessoal de Gustavo Fritzen

Gustavo Fritzen, acadêmico de jornalismo, 8º semestre.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

INTERCAMBISTAS NA FEEVALE: Da Espanha ao Rio Grande do Sul
                                                          Foto: Édson da Luz

 As acadêmicas de jornalismo Ana Vera Barragán e Raquel Gómez Andrade deixaram a Universidade de Sevilla, na Espanha, para se aventurar um semestre na Universidade Feevale. Tendo desembarcado em solo gaúcho no dia 19 de julho, as intercambistas vão permanecer no país até dezembro, quando voltam para casa.
Fotos: Edson Belau Da Luz

Foram vários os motivos que as levaram a optar por passar um semestre no Brasil. Um dos principais fatores que mais pesou para a decisão foram as indicações sobre o país. “Eu tenho três amigos que já vieram aqui e indicaram. Falaram muito bem e que deveríamos, sem dúvida, vir aqui também”, conta Raquel. 

Indispensável numa viagem de estudos, conhecer o lugar para qual você está indo é fundamental. Porém, nem sempre o que lemos na internet vai de acordo com o que imaginamos ou presenciamos. Foi o que aconteceu com Ana e Raquel, que, mesmo buscando informações, encontraram algumas surpresas. “Sobretudo com o Rio Grande do Sul. Acabamos de chegar do Rio de Janeiro e esse sim era o que mais esperávamos, mas o Rio Grande do Sul é totalmente diferente”, conta Ana.

Morar em Porto Alegre, mais precisamente na Cidade Baixa, possibilitou que as duas pudessem viver melhor a imersão cultural que o intercâmbio fornece. Uma delas é a possibilidade de conhecer a vida na capital e compará-la, não só com Novo Hamburgo, quando vêm para as aulas na Feevale, mas também com a Espanha. Elemento que chamou a atenção das acadêmicas de jornalismo foi a desigualdade social, que se reflete, sobretudo, no grande número de moradores de rua. 
Com aula três vezes por semana, o uso transporte coletivo se tornou parte da rotina das duas estudantes internacionais. Apesar do atraso constante dos ônibus, o preço é um pouco menor do que elas pagam em Sevilla. O que também as chamou a atenção foi a passagem da Trensurb. “É muito barato. Pagar R$1,70 de Porto Alegre para Novo Hamburgo é muito bom”, conta Ana.
Conhecida na Espanha, a culinária brasileira foi algo que elas não demoraram para experimentar. Mesmo com opções semelhantes em sua cidade natal, nada substitui a original e no que diz respeito às expectativas, elas parecem ter sido cumpridas. “Teve o churrasco, pão de queijo, caipirinha...”, lista Ana.
Tendo retornado da capital carioca há poucos dias, as espanholas já traçam os destinos das próximas viagens. “Nós ainda queremos conhecer Gramado, Canela, Florianópolis e Foz do Iguaçu”, conta Ana, que pretendia carimbar o passaporte em outros países da América Latina, como Chile, mas que os altos custos a fizeram mudar de ideia.
Mesmo com algumas diferenças entre Brasil e Espanha, nem todas surpreendem Raquel, que conta ter conhecido uma gaúcha em Sevilla. “Ela era de Porto Alegre e foi até lá para um intercâmbio de estudos”. O que ainda a surpreendeu, não só a ela, mas Ana, inclusive, foi o carinho dos brasileiros. “Nos demos conta que as pessoas aqui são muito mais amáveis, simpáticas e boas. Muitíssimo mais”, finaliza.
Gustavo Fritzen, acadêmico do 8º semestre de jornalismo da Universidade Feevale.