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terça-feira, 13 de junho de 2017

Bancas dos Cursos de Comunicação Social 2017/01

As próximas semanas serão de apresentação das bancas dos Cursos de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda da Universidade Feevale.

Os acadêmicos dos Cursos de Comunicação estarão expondo seus trabalhos de conclusão de curso. Interessados em assistir podem conferir através do link as datas, locais e horários das bancas.



segunda-feira, 15 de maio de 2017

Abolição da Escravatura é tema de debates no Projeto Aruanda

Slogan oficial do projeto
Foto: Renata Ramos
O projeto Aruanda realizou uma intervenção nos dias 11 e 12 de maio, intitulada “13 de maio não se comemora, se luta”. A ação aconteceu na rua coberta do Campus II da Universidade Feevale e contou com um pocket show realizado pela banda 50 Tons de Pretas, na quinta-feira, e por uma aula aberta, na sexta-feira, cujo objetivo era debater sobre a imprensa negra no Rio Grande do Sul. As atividades ocorreram em alusão ao dia 13 de maio, marcado como a data oficial da Abolição da Escravatura e como o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo, e tinham como intuito desconstruir o imaginário acerca das datas e a conscientização sobre o combate ao racismo.

A banda 50 Tons de Pretas deu início as atrações do projeto Aruanda na quinta-feira com um show repleto de músicas voltadas para a cultura afro, com fortes influências no samba de raiz. A banda é composta por cinco integrantes que residem na cidade de Campo Bom, que resolveram se juntar para apresentar a cultura afro para cada vez mais pessoas. A vocalista da banda, Monique Cunha, fala que a música foi a melhor maneira que elas encontraram para fazer isso. “Antes de nós, nunca vimos ninguém representar a música afro na cidade, ou seja, nós somos as precursoras, pois fomos as primeiras a tocar samba de raiz, entre outros estilos de origem afro, em uma cidade predominantemente alemã”, comenta.


O Show pocket da banda 50 Tons de Pretas embalou o público
Foto: Jade Guimarães
Outra atividade do projeto foi a aula aberta Intelectuais e imprensa negra no Rio Grande do Sul, que aconteceu no auditório de Pós-Graduação, localizado na sala 200B do prédio lilás. A aula foi organizada através da disciplina de Diversidade, Conflitos Sociais e Direitos Humanos, em parceria com o Programa de extensão NIARA – Nutrindo Identidades e Afirmações Raciais e contou com uma palestra com o professor José Antônio dos Santos. O professor falou a respeito da cultura africana no Brasil, principalmente na representação da mesma através da mídia tradicional e instigou os participantes a discutir a respeito do tema através de perguntas.

Sobre o Projeto Aruanda

Criado em 2015, o projeto visa estimular a visibilidade social, a autoestima e o protagonismo político-cultural de jovens pertencentes a comunidades negras da cidade de Novo Hamburgo. Nesse sentido, parte importante do trabalho é estimular os jovens beneficiários e os acadêmicos da Universidade Feevale a disseminar o conhecimento obtido e as reflexões feitas ao longo de sua experiência junto ao projeto. Andressa Lima é uma das voluntárias que trabalhou no projeto Aruanda. Ela está no sétimo semestre de jornalismo na Universidade Feevale e acredita que esse dia representa uma luta que as pessoas com origem africana tem todos os dias.  travam diariamente. "Eu achei que era um ótimo momento para discutirmos o assunto dentro da Universidade, pois esse evento representa uma resistência para nós, no momento em que demonstramos que ainda estamos lutando pelos nossos direitos", destaca Andressa. 


Andrei Souza, acadêmico do 5º semestre de Jornalismo na Universidade Feevale

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Depressão: Ainda um tabu?

Nas últimas semanas se tornou comum ouvir falar sobre suicídio, depressão e os jogos da morte, principalmente a Baleia Azul, conduzindo-nos a questionar os porquês de alguns jovens se envolverem em ações tão perigosas e quais as repercussões disso na mídia e em sociedade. Então fica a reflexão inicial: Você acha que uma pessoa psicologicamente saudável, que tem uma boa relação com a família, vive em boas condições financeiras e em um ambiente estável, iria jogar esse jogo? 

(Wiki Mundo Animal/Reprodução)
O Jogo da Baleia Azul, surgido na Rússia deixou duas vítimas em 2015. As jovens Yulia Konstantinova, 15 anos, e Veronika Volkova, 16 anos, saltaram de um edifício após terem publicado em seus facebooks “#I_am_bluewhale” (eu sou baleia azul), uma foto de uma baleia azul e “END”(Fim). Em maio de 2016 outro caso sob investigação envolveu o suicídio de uma menina de 14 anos que se atirou na frente de um trem, cerca de uma semana depois da morte das moças. De acordo com dados do Novaia Gazeta, jornal russo responsável pela investigação e revelação do caso Baleia Azul, consta que mais de 100 vítimas de suicídios ocorridos entre 2015 e maio de 2016 teriam envolvimento com comunidades na qual o jogo era disseminado. No jogo os participantes ao serem selecionados por um “curador” passam a realizar provas diárias, dentre as quais encontra-se: acordar no meio da madrugada para assistir a filmes de terror ou ouvir músicas psicodélicas, mutilar-se, ir para lugares altos e ficar na beira durante algumas horas e, ao final do processo, cometer suicídio. 

(Move Notícias/Reprodução)
Além desse, outros jogos da morte têm sido espalhados na internet e alguns não deixam explicito o resultado, como é o caso do Jogo da Fada ou a Fada de Fogo, outro caso russo. Destinado para o público feminino infantil e que utilizava como propaganda o Clube das Winx (animação televisiva que conta a história de fadas que estudam em uma escola de magia), o jogo induzia as crianças não apenas ao suicídio, mas a causar a morte de toda a sua família. A brincadeira maliciosa teve como vítima uma menina russa de 5 anos, Sofia Ezhova, que teve grande parte de seu corpo queimada devido a uma explosão. No Brasil houve uma grande repercussão no que tange ao Jogo da Asfixia. Gustavo Riveiros Detter, 13 anos, foi umas das vítimas deixadas pelo jogo. No caso desse jogo, os participantes para serem inseridos no grupo, terem amigos e entre outras razões, participavam via Skype do jogo enquanto outros o assistiam. Além de causar a morte, o jogo pode deixar sequelas devido à falta de oxigenação do sangue, desde insuficiência cardíaca até enfarto do miocárdio (parada cardíaca) como foi dito por Daniel Magnoni, cardiologista do Hospital do Coração de São Paulo (HCor) em entrevista à VEJA.com.

(MedoB/Reprodução)
O tema tem preocupado pais e profissionais da área da saúde, uma vez que o índice de depressão com casos de tentativa de suicídio entre jovens tem aumentado nos últimos anos. Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) estima-se que mais de 350 milhões de pessoas tem depressão, no Brasil 17 milhões de habitantes que possuem o transtorno. De acordo com a diretora da OPAS/OMS, Carissa F. Etienne: “Depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e contribui de forma muito importante para a carga global de doenças. Mais mulheres são afetadas pela depressão que os homens. No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio” e acrescenta “a depressão não discrimina e pode afetar pessoas de todas as idades, raças e origens”. 

A depressão é colocada em cena como o que de fato é: uma patologia. Não mais como “chamar atenção” ou “falta de ter o que fazer”, é uma doença que acomete milhões de pessoas, isso baseando-se em dados de pessoas que buscam ajuda e tratamento. E quanto as pessoas que não buscam ajuda? Que sentem vergonha? Que não entendem que precisam dessa ajuda porque foram talhados para “ser fortes o suficiente para sair dessa situação sozinhos”? Ou ainda aquelas que pedem auxílio e não são ouvidas. O que devem fazer?

O youtuber Felipe Neto produziu um vídeo sobre o tema, no qual afirmou: “A depressão não é uma fase, não é ‘Ah meu Deus... É só você ir para a igreja. Isso vai passar. Pense em coisas boas’ A depressão é uma doença. E já passou da hora da gente estabelecer e disseminar essa ideia. O Brasil é oitavo país onde mais se comete suicídio no mundo: OITAVO! Nos últimos 25 anos a taxa de suicídio entre jovens aumentou 30%. A cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo, são mais de 800 mil pessoas se matando por ano” ele afirma ainda que “75% dos suicídios no mundo ocorrem em países de baixa e média renda. [...] A OMS revelou uma pesquisa que provou que até 2020 a depressão vai ser a doença mais incapacitante do mundo”. 

(Titles Facebook/Reprodução)
Desde o seu pronunciamento os noticiários, programas televisivos, revistas e outras mídias passaram a discutir o assunto. Em contramedida à Baleia Azul surgiram movimentos como a Baleia Rosa, a Baleia Verde, o Coelho Branco e a Preguiça Azul que objetivam atingir as pessoas com depressão e auxiliá-las, propondo exercícios diários para aumento da autoestima que valorizam a saúde e o bem-estar, em prol da preservação da vida.  Em Novo Hamburgo, algumas escolas iniciaram uma espécie de campanha contra os jogos da morte, em especial a Baleia Azul, de maneira preventiva. O Colégio Cenecista Felipe Tiago Gomes promoveu atividades para conscientizar os pais dos alunos. “Fizemos um movimento de Alerta. Mesmo que nenhum caso tenha acontecido no colégio, estamos tomando essa iniciativa de forma preventiva”, explicação dada pela coordenadora pedagógica da escola, Ana Lúcia Pires em entrevista ao Jornal NH. 

(Baleia Rosa Oficial Facebook/Reprodução)
A Universidade Feevale também fez sua parte, está promovendo atendimentos gratuitos nesta semana para acolher a auxiliar pessoas que possuam dúvidas em relação a temática do suicídio, o jogo Baleia Azul e a série 13 Reasons Why, no CIP (Centro Integrado de Psicologia). 

Segundo a coordenadora do CIP, Carmen Esther Rieth “[...] até o momento ninguém procurou o CIP em busca de orientações. A ausência de resposta por parte da comunidade ao espaço oferecido para conversar sobre o tema suicídio nos faz pensar em algumas coisas: Em primeiro lugar, sobre o tabu que ainda paira sobre o assunto. Há um certo pânico em torno da temática - gerado pela repercussão exacerbada nas mídias sociais e a mídia de um modo geral - mas que ainda é cercado pela nossa ilusão de que estas "coisas" não acontecem com a gente. Ou seja, observa-se uma negação maciça da sociedade em tratar dos temas "morte", "luto" e, ainda mais "suicídio".  O assunto é de fato discutido, mas apenas em ambientes virtuais que apresentam apenas o horror e o medo”. 

Carmen acrescenta ainda que “Outro aspecto que nos chama a atenção é, exatamente, o comportamento midiático que se observa na atualidade. Tivemos em nosso post, onde oferecemos os horários para conversar sobre o tema, quase 54 mil visualizações e perto de 600 compartilhamentos. A resposta virtual foi enorme, mas sem resposta real.  Então, todos falam sobre o tema, mas há dificuldades em buscar ajuda especializada. Mais uma vez vemos que o tabu sobre o assunto e também o receio que ainda existe em buscar auxílio psicológico são persistentes em manter as pessoas distantes dessa realidade, que para elas pode parecer distante. E esse é, exatamente, o ponto que nos preocupa! O suicídio entre jovens tem aumentado consideravelmente e já faz bastante tempo que essa situação tem persistido... A depressão é uma das causas mais frequentes para o suicídio. É uma doença e pode ser tratada. Mas o que acontece quando as pessoas não buscam ajuda profissional?  Penso que o momento é propício para essas reflexões... o fortalecimento das relações familiares, das funções paternas e maternas, a presença REAL (não virtual) dos pais na vida dos filhos, atentar para sinais que possam indicar que algo não vai bem e PROCURAR ajuda profissional”. 

O ponto positivo de toda essa comoção é o fato de a depressão e o suicídio terem vindo à tona, para desmistificar e acabar com alguns dos idealismos no entorno da doença e de suas consequências. Acredito que mais pessoas deixarão de se envergonhar por terem o problema, que pais irão olhar mais para seus filhos, que as pessoas irão ser mais gentis e atenciosas umas com as outras e aprenderão a buscar ajuda para superar essa disfunção social, como é tratado por Emilé Durkheim, ou essa patologia, como foi dito por Sigmund Freud. 

*Se você precisa de ajuda, ou alguém próximo, busque um Centro de Valorização da Vida (CVV), ligue 141. Você pode salvar uma vida!

Marina Klein Telles, acadêmica do 1ºsemestre de Jornalismo da Universidade Feevale

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Páscoa: Significados e Origens

A Páscoa é um evento mundialmente conhecido, celebrado em diferentes culturas como um rito de passagem das trevas para a luz, o encontro da liberdade ou a vitória sobre a morte. Esse momento que à primeira vista parece tão poético vem se transformando em um pretexto para comercialização exacerbada de chocolates. Mas será que essa cultura consumista é originária apenas de um processo de industrialização? Ou já existia muito antes de a indústria sequer existir? Será que ainda há uma preocupação com o real significado da Páscoa? Ou se tornou mero consumismo?
(MegaCurioso/Reprodução)

Segundo a pesquisa produzida pela AGECOM, durante a Páscoa o coelhinho visita nossas casas deixando ovos de chocolate decorados, pelo menos é o que é relatado em famílias com crianças. Mas constamos que a maioria das famílias ainda vê a celebração sob um ponto de vista muito mais religioso que propriamente conectado a ideia de dar presentes. 

A cultura de dar chocolates, principalmente os ovos de chocolate, foi algo que se alterou ao longo dos anos por meio do sincretismo religiosos, no qual uniu-se diferentes crenças, algumas até mesmo anteriores ao próprio cristianismo, com finalidade de comemorar a celebração. Segundo o doutor em Filosofia Henrique Alexander Grassi Keske, professor na Universidade Feevale, “O que originalmente seria um momento de reflexão, de oração e de realmente se pensar no sentido da vida e da morte, no que engloba a ressureição, acabou se transformando simplesmente numa opção comercial pela compra, doação e consumo de chocolate em larga escala. É por conta desse desvirtuamento do sentido tradicional e religioso da Páscoa que as empresas que trabalham com isso, e que precisam lucrar, fazem com o que o preço do chocolate atinja níveis exorbitantes nessa época do ano” o professor aconselha ainda “que as pessoas gastem menos na Páscoa e utilizem mais esse período para procurar respostas sobre o real sentido da existência. E ao invés de se endividar, aproveitar a oportunidade para praticar a caridade, fazendo a sua parte para eliminar mazelas sociais como a miséria. E assim, permitir a outros uma vivência desse momento sob condições mais favoráveis, não utilizando somente o caráter comercial nessa data, mas aproveitando o feriado para visitar parentes e confraternizar com a família”.

As Celebrações da Páscoa:

Cristianismo: Segundo P. André Wobeto, ministrante na Igreja Matriz São Pedro em Gramado -RS, a Páscoa representa a Ressureição de Cristo, Deus encarnado, que concede o perdão dos pecados e a superação da morte, que deixa de ser a fronteira final e se converte em uma passagem para a vida eterna. Além disso a celebração é um símbolo do amor que Deus tem pelos homens. No que concerne ao consumo, acredita que “Embora o significado do coelho e dos ovos venham simbolizar a vida, estão longe de simbolizar a verdadeira vida” o mercado acaba retirando parte do real significado da Páscoa, quando torna o evento motivo para compras e distribuição de presentes.
(Aberj/Reprodução)

Judaísmo: De Acordo com Dov Bigio, engenheiro, judeu e   administrador da WebJudaica.com, a Páscoa comemora a “Saída dos judeus do Egito, da escravidão para a liberdade”. Em termos de consumo afirmou-se que “embora haja o costume de se dar presentes para as crianças, não é nem de perto o principal da celebração, a celebração da "Páscoa Judaica", na verdade o Pessach, é comemorado com um grande jantar de família, o "Seder", no qual se narra a história da saída dos judeus do Egito. Durante uma semana não se come pão e alimentos fermentados, para lembrar que os judeus escravos não tiveram tempo de preparar alimentos ao fugirem do faraó do Egito para a liberdade na terra de Israel”.
(Apaulasm/Reprodução)

A ideia de presentear com ovos não é meramente fruto de uma empreitada de mercado apesar de ter tomado proporções inimagináveis ao longo do tempo. Segundo o doutor Everton Rodrigo Santos, professor de Sociologia na Universidade Feevale, as empresas e as redes de supermercados, em geral, realizam pesquisas para levantar dados com relação ao consumo de determinados produtos. Dos levantamentos realizados na Páscoa, os resultados apontaram que os homens tendem a consumir ovos de chocolate maiores, as mulheres optam por chocolates menores e as crianças sempre objetivam os doces mais coloridos e lúdicos, que possuam brinquedos ou surpresas. 

Afirmou ainda que “A própria disposição nos supermercados facilita o acesso àquele tipo de chocolate para um determinado público ao distribuí-los conforme sua faixa de visão”. Um exemplo são os ovos infantis que ficam expostos em prateleiras mais baixas permitindo o acesso direto das crianças, enquanto os ovos maiores e de preferência do público adulto são dispostos em locais mais altos. Mas por que chocolate?
(MegaCurioso/Reprodução)

De acordo com Keske o chocolate era inicialmente utilizado como uma bebida produzida a partir do cacau, originário da América Latina na região dos Andes, onde era considerada uma bebida sagrada. Esse cacau foi trazido ilegalmente para o Brasil, fundamentalmente na região da Bahia e a partir daí se tornou um fenômeno de consumo na Europa. E a conexão do mesmo com a Páscoa seria resultado do fato de que o chocolate fornece energia e é um estimulante, concedendo ao alimento a ideia de que ele melhor representava a vida, o renascimento e a renovação.
(MegaCurioso/Reprodução)

Marina Klein Telles, acadêmica do 1º semestre de Jornalismo na Universidade Feevale

segunda-feira, 20 de março de 2017

Painel RBS Notícias na Universidade Feevale

Banner oficial do evento
Foto: Universidade Feevale/Reprodução

Na terça-feira, (21) de março, a Universidade Feevale sediará o evento Painel RBS Notícias que ocorrerá no Salão de Atos do Prédio Lilás do Campus II, às 19h30min.

O tema abordado “Soluções e inovações da economia do Vale do Sinos para enfrentar a crise” será mediado pelo jornalista Elói Zorzetto. O debate será conduzido pelos convidados: a reitora da Universidade Feevale, Inajara Vargas Ramos; o presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio dos Sinos (Consinos), Gabriel Grabowski; o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein; e o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI-NH/CB/EV), Marcelo Clark Alves.

O jornalista da RBS TV, Elói Zorzetto, será o mediador do painel
Foto: Grupo RBS/Reprodução

O evento é gratuito e aberto à toda comunidade. Para mais informações, acesse o link.

Eduarda Gabe, acadêmica do 1º semestre de Jornalismo na Universidade Feevale. 


quarta-feira, 8 de março de 2017

O 4º Mentes Brilhantes premia trabalhos acadêmicos dos estudantes de Comunicação Social da Universidade Feevale

Vencedores e organizadores da 4ª Edição do Mentes Brilhantes
Foto: Jade Guimarães

Na noite de ontem (07), ocorreu na Rua Coberta do Campus II da Universidade Feevale, a premiação do 4º Prêmio Mentes Brilhantes. O evento consiste na exposição de trabalhos realizados pelos alunos dos Cursos de Comunicação Social da Universidade Feevale no ano de 2016. Os trabalhos foram avaliados por profissionais das diferentes áreas da comunicação.

Os professores Henrique Keske e Anelise Rublescki falaram sobre o E-book
Foto: Jade Guimarães

A abertura do evento foi marcada pelo lançamento do E-book Trilhas e Caminhos: Comunicação em Perspectiva, que reúne os trabalhos de conclusão de curso dos acadêmicos de comunicação social da Universidade Feevale que se formaram em 2016. O E-book foi organizado pelos professores Henrique Keske e Anelise Rublescki, que subiram ao palco do Mentes Brilhantes para falarem a respeito da obra.

Em seguida os apresentadores do evento, Edson da Luz e Kássia Santos, acadêmicos de Publicidade e Propaganda da Universidade Feevale, chamaram os professores dos cursos de comunicação e os próprios jurados da competição para entregar os prêmios para os vencedores. “Foi muito bacana ter participado do Mentes Brilhantes como jurada. É muito importante saber que a instituição está valorizando os trabalhos que são produzidos aqui dentro. Durante a graduação os alunos desenvolvem vários trabalhos que dão subsídio para que no futuro eles possam executar atividades que serão cobradas no mercado de trabalho. Acho que é de fundamental importância que os alunos escrevam seus trabalhos na competição, porque é uma forma de reconhecimento e principalmente de aprendizado para todos. É interessante ver essa evolução dos acadêmicos, tentando se adaptar as tendências do mercado. Sem dúvida, isso vai ser um diferencial na carreira deles quando ingressarem no mercado de trabalho”, destacou a formanda em Relações Públicas Joice Balparda, que atua no setor comercial do Grupo RBS e era uma das juradas da competição.

Os vencedores vibram ao receber o prêmio
Foto: Fábio Pilger

Foram cerca de 163 trabalhos inscritos em 20 categorias, para competir ao prêmio. Os vencedores receberam o anuário da 4ª edição, o troféu temático de cada categoria e alguns dos produtos desenvolvidos pela Agência Experimental de Comunicação da Universidade Feevale – AGECOM, responsável pela organização do evento. “É muito importante criar esse envolvimento do acadêmico de comunicação com o Prêmio Mentes Brilhantes, fazendo com que ele entenda que essa competição valoriza os trabalhos que eles estão desenvolvendo dentro da sala de aula. O evento está na sua quarta edição e já tem uma maturidade bem interessante dentro da universidade. Tivemos 163 trabalhos inscritos e mais de 100 alunos envolvidos. Nós entendemos que é um evento que agrega valor nos portfólios e currículos dos alunos, tendo em vista também que eles são avaliados por jurados que atuam no mercado de trabalho. O Mentes Brilhantes dá visibilidade para o acadêmico, sendo uma competição onde ele pode mostrar aquilo que ele está desenvolvendo em sala de aula, da mesma forma que a gente aproveita para mostrar o que está sendo feito dentro da Universidade Feevale para o mercado de trabalho” enfatizou Mônica Campana, professora dos Cursos de Comunicação da Universidade Feevale e coordenadora do evento.

Finalizando a 4ªedição do Mentes Brilhantes, os apresentadores chamaram todos os vencedores para subir ao palco para realizar a foto oficial do evento. Em seguida, foi a vez da banda Corpo Docente embalar o público com o seu repertório de músicas nacionais e internacionais.  


A banda Corpo Docente agitou o evento
Foto: Bianca Farias

Confira a lista dos vencedores do 4º Prêmio Mentes Brilhantes:

Campanha Publicitária: Così Brasil
Autores: Douglas Nunes Monteiro, Caroline Von Mühlen, Ana Luísa Sost, Michele Rodoi da Silva e Monique Gomes da Silva.

Comunicação Visual: Manual de marca – Rend Comunicação
Autores: Alessander de Oliveira Duarte, Daniele Peletti de Souza, Giovane de Moura Picoli, Kássia Raquel Santos e Yago Souza Campos

Foto Publicitária: Ensaio fotográfico Fragmentos da Alma
Autores: Álissom Roberto Brum e Bruna Loebens

Fotojornalismo: Ensaio fotográfico Paradas que levam a novos encontros
Autores: Álissom Roberto Brum

Peça Publicitária Eletrônica:  Jingle institucional - Solange Flesch
Autores: Caroline Von Mühlen e Ana Luísa Sost

Peça Publicitária Impressa: Folder do projeto Simplifica/Feevale
Autores: Igor da Silva Padilha

Planejamento de Comunicação Organizacional:  Plano de gerenciamento de crise para a organização Unidasul – filial 35 – Novo Hamburgo
Autores: Bárbara Bertoldi Dias, Cleyson Martins Neves, Dreise Viviane Kaiser, Evelyn Francine dos Santos Haag e Victoria Louise Corrêa

Planejamento de Comunicação Publicitária: Campanha Pedigree Life
Autores: Eduardo Kalsing, Eduardo Ratzlaff, Jaíne Rohsig, Luis Bottoni e Priscila Reichert

Planejamento de Mídia: Decohouse - Plano de mídia
Autores: Natália Barcelos da Cunha, Vinicius Ramos, Nicole Santana e Cândida Konrad

Planejamento Gráfico: Revista K – Segunda edição
Autores: Andrei de Souza Lima e Solange Flores

Produção Audiovisual: Tu conhece
Autores: Edson da Luz, Douglas Monteiro, Eduardo Muck, Everaldo Pedrozo, Jonatas Souza, Michele Rodoi, Monique Gomes, Paola Bonne e Ueliton Irgang

Projeto de Organização de Eventos: Sarau Cultural Feevale
Autores: Amanda Oliveira, Bárbara Bertoldi, Dreise Kaiser, Jéssica Grings, Márcio do Carmo, Monique da Silva e Victoria Corrêa

Projeto Multimídia: Carol, eu te amo
Autores: Felipe Faleiro, Felipe Chisté, Leonardo da Rosa, Luísa Krummenauer e Manoela Kirsten

Projetos inovadores em Comunicação: Aplicativo Olhos do Mundo
Autores: Alex Seixas, Carina de Oliveira, Daniéli Monica da Costa, Jéferson Lopes, Letícia Escher Bauer e Vanessa Adrielle Voltz

Rádiojornalismo: Texto falado - A música nas décadas de 60, 70 e 80
Autores: Matheus Martins, Miluna Ayala e Nadine Funck

Reportagem: Modern(idade) líquida
Autores: Bianca Renate Dilly

Telejornalismo: Elas na tela
Autores: Camila dos Santos Silvestre, Carmen Helena Kauer, Débora Cristina Giehl e Débora Raquel Schardong

Veículos de Comunicação Interna e Externa: Shoot the shit
Autores: Bianca Renate Dilly, Mariana Devogeski e Alexandre Braz



Andrei Souza, acadêmico do 4º semestre de Jornalismo na Universidade Feevale



terça-feira, 7 de março de 2017

Fique por dentro do que acontece no Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Feevale!

Fachada do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Feevale
Foto: Jade Guimarães

Você sabe o que é Diretório Central dos Estudantes (DCE)? Sabe para que serve? Para esclarecer essas dúvidas, nós entrevistamos o presidente do DCE da Universidade Feevale, João Alexandre da Rosa, estudante de Relações Públicas para esclarecer o assunto.

O que é o DCE?
João: O DCE é o Diretório Central dos Estudantes, que representa todos os estudantes da Universidade, de todas as formações. Dentro do DCE temos um papel muito importante que é a luta estudantil. No ano passado tivemos diversas mobilizações como pelo FIES onde 15% das Universidades que tem no Brasil desistiram do programa por não ter garantia do governo federal de pagar em dia e também tivemos sobre a Segurança Pública ao redor do Campus no qual muitas pessoas foram assaltadas e depois de nossa mobilização pedindo mais policiamento os índices caíram bastante em relação. Nossa pauta central é a luta para que venha ser respeitado o direito do estudante estar na universidade, que tenha acesso e não aconteça de largar os estudos por falta de acesso.


O que é um Diretório Acadêmico (DA)?
Assim como o DCE, o DA é muito importante pois estabelece uma conexão com os estudantes de diversas áreas e é formado pelos próprios acadêmicos. Promover a semana acadêmica é uma das ações, para trazer profissionais da área e contar sobre perspectivas e seu futuro dentro do curso escolhido. É muito importante para o estudante conhecer como vai ser seu futuro pós-universidade.


Quais as pautas principais do DCE para o primeiro semestre de 2017?
A nossa primeira pauta para 2017 é a eleição dos DA’s (Diretório Acadêmico) que se iniciou em março e vai até o final de maio. Vai acontecer a eleição de 23 Diretórios Acadêmicos, com quatro DA’s eleitos a cada duas semanas. Estamos em eleição dos diretórios de Comunicação, Fotografia, Biomedicina, Contábeis e Gestão Financeira. Quando chegamos no DCE da Feevale, existiam somente 7 DA’s e hoje, abrimos mais 16 para que se tivesse representatividade dos estudantes em todos os cursos. E como sempre, damos boas-vindas aos nossos calouros, vai acontecer de 13 à 18 de Março a calourada com grandes debates em diversas áreas. Os trotes que vem com a parceria do Circo de Bolso acontecerão nos dias 14 e 15, shows entre outras atividades. No decorrer do semestre, planejamos uma copa de futsal e o torneio de sinuca.


Como a galera faz para participar do DCE?
João: O DCE possui um espaço localizado entre o prédio amarelo e o verde e serve como um coworking, onde temos 6 computadores para produção, sofás para descansar e sinuca. Nosso horário de atendimento é das 10h até as 22h. Queremos estar interagindo sempre com os estudantes.


João Alexandre da Rosa, Presidente do DCE Feevale
Foto: Jade Guimarães

Como serão as eleições deste ano? Como o estudante pode participar?
João: As eleições do DCE acontecem em novembro, quando acaba nosso segundo ano de gestão. O processo de eleição é semelhante ao do diretório acadêmico: uma semana de divulgação, uma de inscrição e uma semana de eleição.


Vimos que a carteirinha de desconto estudantil pode ser confeccionada no DCE. Qual é o procedimento?
João: A Universidade Feevale é a única do Estado que tem o papel de garantir ao estudante a meia-entrada. Garantir que o estudante tenha acesso a lei e participe de eventos culturais, esportivos. Sempre houve luta de todo movimento estudantil brasileiro para que tivesse acesso à cultura, lazer, esporte e assim fosse criado meios de acesso, onde surgiu a lei da meia entrada que dá o direito a todo estudante de 50% [ao desconto] do valor. A carteirinha pode ser confeccionada aqui mesmo no DCE e fica pronta na hora,  trazendo os seguintes documentos: RG, CPF, comprovante de matrícula e uma taxa de R$30,00.


Jade Guimarães, acadêmica do 1° semestre de Jornalismo na Universidade Feevale

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Volta às aulas Feevale: Acadêmicos são recebidos com programação especial


A banda Brothersons marcou o primeiro dia da volta às aulas
Foto: Andrei Souza

As aulas na Universidade Feevale iniciaram-se no dia 20 de fevereiro, com uma programação cultural e gastronômica. Na Rua Coberta do Câmpus II os acadêmicos foram recebidos com o show da banda Brothersons e a participação da unidade móvel da Jovem Pan com distribuição de brindes da rádio.
 A Rua Coberta estava lotada com as atrações da programação cultural e gastronômica
Foto: Andrei Souza

Outra atração especial são os food trucks Julay’s Hamburguer, Cacau & Leite e Tribom Açaí, que estarão presentes até o final da semana, das 11h às 22h30min na Rua Coberta. O acadêmico do sexto semestre de Relações Públicas, Felipe Sperb de 22 anos, acompanhou as atrações e falou sobre o que ele estava achando da recepção da Feevale para os estudantes. “Eu nunca tinha visto um movimento tão grande na Universidade nesse período de volta às aulas. Também achei muito bacana trazer os food trucks e as atrações musicais para dar as boas-vindas para os alunos. Eu acompanhei o show da banda Brothersons. Eles tocaram muitas músicas bacanas, tocaram músicas do Jack Johnson e do Donovan e eu curti bastante”. Ele também falou sobre as suas expectativas para o início do semestre letivo. “Eu acho que vai ser um semestre difícil, já que eu estou me encaminhando para as últimas disciplinas do curso. Mas a expectativa é muito boa, devido ao tratamento e a qualidade de ensino da Feevale que vem aumentando a cada ano”.
Felipe Sperb, acadêmico de Relações Públicas
Foto: Andrei Souza

Nos dias 21, 22, 23 e 24, das 18h30min às 19h15min, haverá apresentações das bandas Tribah, Corpo Docente e de Tony Falcão, respectivamente. O Centro de Idiomas, o Núcleo de Qualificação e Desenvolvimento e a Diretoria de Relações Internacionais também estarão no local para divulgar cursos e atividades e realizar promoções especiais.

Andrei Souza, acadêmico do 4º semestre de Jornalismo na Universidade Feevale


domingo, 11 de dezembro de 2016

Alunos da Escola José Bonifácio apresentam suas reportagens na Universidade Feevale

Os alunos da José Bonifácio foram os homenageados da noite
Foto: Solange Neitzke

Na noite de quinta-feira, 8 de dezembro, aconteceu no auditório do prédio branco do Campus II da Universidade Feevale o evento de lançamento das reportagens produzidas pelos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio, financiado pelo Ministério da Cultura-MEC, através do Projeto Mais Cultura. O projeto teve como objetivo instigar os alunos a se aventurar no ramo da comunicação social através de oficinas preparatórias, gravações e edição reportagens, que aconteceram na escola e na Feevale, entre agosto e dezembro de 2016. As oficinas são fruto de uma parceria entre a Universidade Feevale, através da Agência Experimental de Comunicação (AGECOM), e a Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio. Participaram da cerimônia os colaboradores do projeto, representantes da escola, familiares dos alunos, a Diretora de Educação do Município - Renata Schu e a Secretária de Educação - Cristiane Souza.  

A professora de Jornalismo da Universidade Feevale, Donesca Calligaro subiu ao palco para apresentar o projeto, falando de cada etapa que foi desenvolvida ao longo do segundo semestre de 2016. Em seguida, a coordenadora de educação integral, Paula Borba, falou sobre a sua participação auxiliando os alunos nas oficinas. “É muito gratificante estar tendo esse momento de aprendizado ao lado dos alunos e poder observar as novas descobertas que eles estão tendo”, declarou Paula.

Foram exibidas as reportagens produzidas por 12 alunos da escola, com idade entre 9 e 12 anos, totalizando nove programas, focados em três temas centrais: música, games e literatura. Os assuntos foram definidos pelo grupo de alunos e estão ligados diretamente ao tema que foi trabalhado na escola este ano: "Nós podemos fazer a diferença: valorizando a cultura local."

O acadêmico do 6º semestre de Publicidade e Propaganda da Universidade Feevale, Edson da Luz, foi um dos principais responsáveis pelo projeto. Edson ficou encarregado de ministrar as oficinas para os alunos da escola, com a supervisão das professoras Donesca Calligaro e Paula Borba. Ele ressaltou durante o evento que o que mais o motivou foi a curiosidade e o interesse dos alunos, que despertaram nele um sentimento de nostalgia, semelhante as primeiras vezes que ele começou a se aventurar nos projetos audiovisuais. “Eu estava ansioso e até um pouco nervoso para descobrir como me sairia dando aula. Eu pensei que os alunos iriam demorar um pouco mais para conseguir desenvolver as habilidades e trabalhar com os programas, mas logo na segunda semana eles já estavam editando e gravando tudo com a maior disposição. Isso me deixa muito feliz, pelo fato de poder mostrar algo que eu gosto para eles e poder compartilhar o que estou estudando na faculdade”, comentou Edson.

Foram exibidas 9 reportagens produzidas pelos alunos
Foto: Solange Neitzke

Renata Schu, Diretora de Educação do Município, comentou sobre o intento do projeto e parabenizou todos os envolvidos. “É muito importante para os alunos receberem esse incentivo, que muitas vezes pode ser fundamental para o desenvolvimento deles. Estar em contato direto com os softwares e equipamentos que os profissionais utilizam, estar trabalhando em reportagem e principalmente, poder falar em frente às câmeras exige muita dedicação e com certeza todos os alunos da José Bonifácio e os demais participantes estão de parabéns pelo trabalho realizado”, ressaltou Renata.

No final do evento, as professoras responsáveis pela escola subiram ao palco para prestar uma homenagem aos alunos e aos demais envolvidos no projeto. Após o evento de lançamento, os programas estão sendo disponibilizados nas redes sociais da escola, da Agecom e serão veiculados na TV Feevale.

Andrei Souza, acadêmico do 4º semestre de Jornalismo da Universidade Feevale


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A segunda edição da Revista K está no meio de nós

Capa da 2ª edição ilustrada por Vini Ribeiro

Apresentamos orgulhosamente a 2ª edição da Revista K. Recheada de desafios, nossa jornada de trabalho traz dicas de lugares para conhecer nas férias, novidades da Universidade Feevale, Inovação e outros temas.

A matéria de capa trata de um lugar incrível, a Vila Flores, em Porto Alegre. O local vem sendo revitalizado há seis anos e tornou-se um refúgio cultural para a comunidade e todos a sua volta.
Também vamos te contar nessa edição tudo o que rolou no 10º Madrugadão Feevale. O evento, que completou 10 anos de existência, veio cheio de novidades e atrações para os alunos de 11 universidades do estado.

Como estamos no fim do semestre, trouxemos dicas de quatro lugares para conhecer nas férias. Localizados no Rio Grande do Sul, eles são excelentes para quem gosta de estar em contato com a natureza, praticar esportes radicais ou simplesmente contemplar paisagens de tirar o fôlego.

A revista tem uma proposta colorida, uma pegada jovem e conceitual. Fizemos uso de colagens nas matérias com o objetivo de tornar o material visualmente atraente e instigar a criatividade. Durante o Mundo Feevale, evento que abre as portas da universidade para alunos do ensino médio, a Agecom realizou oficinas de colagem de revista para os interessados em cursar comunicação. O resultado você pode conferir em algumas matérias desta edição.

Esperamos que vocês gostem de ler a Revista K tanto quanto nós gostamos de produzi-la. Você pode encontrar a revista na Agência Experimental de Comunicação da Universidade Feevale – AGECOM, que fica localizada na sala 103 do prédio amarelo, no Campus II da Universidade Feevale ou nos displays da Universidade, onde também se encontram os exemplares do Jornal da Feevale. Aqui no nosso blog você pode acessar a versão online da revista e durante os próximos dias vamos estar publicando matérias que expandem o conteúdo dessa segunda edição.

Desejamos a todos um ótimo final de semestre. Boa leitura!


Andrei Souza, acadêmico do 4º semestre de Jornalismo na Universidade Feevale

terça-feira, 3 de maio de 2016

Vera Loca no Teatro Feevale





No dia 19 de abril, o palco do Teatro Feevale foi abrigo para o nosso querido rock gaúcho com a banda Vera Loca, que esteve pela primeira vez no Teatro. A banda elogiou o palco e disse estar muito feliz por estar tocando num espaço que é uma referência no Brasil. 
Do público mais jovem ao mais velho – o show foi um encontro de gerações. Todos reunidos para cantar em coro os maiores sucessos da banda. As poltronas até intimidaram um pouco, mas no fim, todo mundo acabou ficando de pé para dançar ao som de Borracho y Loco.
Num formato Acústico, a Vera Loca trouxe para o palco sucessos de toda carreira da banda, desde clássicos do primeiro disco como “Maria Lúcia” até seu último lançamento “Sol a Sol”.




Nícolas Nardi, acadêmico do 1º semestre de Publicidade e Propaganda na Universidade Feevale.