segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Crítica do filme – Ben-Hur

Foto: Divulgação do Filme

Ben-Hur conta a história épica de Judah Ben-Hur e sua trajetória após ter sido traído por seu irmão adotivo Messala.
Sem comparações entre o clássico de 1959 e a nova versão de 2016, pois histórias são recontadas de tempos em tempos, e Ben-Hur precisava de uma versão para os mais novos. Embora o filme tenha alguns furos de roteiro, como o motivo da traição de Messala, transforma um clássico numa história superficial. O filme tem alguns momentos que são realmente impressionantes, como a cena em que o barco afunda, ou até mesmo a corrida de bigas. Jack Huston (Ben-Hur), entrega uma boa atuação, embora para querer ser um herói de um épico ele deixa a desejar em alguns aspectos. Enquanto Toby Kebbell (Messala), entrega uma bela atuação, sendo realmente ameaçador em alguns momentos. Rodrigo Santoro (Jesus), representa muito bem a levada brasileira que está tentando “dominar” Hollywood, entregando um belo Jesus embora apareça pouco tempo do filme.
Enfim Ben-Hur é um belo filme, mas está muito longe de ser um épico, que será lembrado daqui a 20 anos, ele não chegara nem a 10 anos, pois quando se sai do cinema já esquece o que aconteceu. Hollywood está tão acostumado em pasteurizar todos os seus filmes, que não acredito que teremos um épico tão cedo.

Edson Belau Da Luz, acadêmico do 5º semestre de Publicidade e Propaganda

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