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| Foto: Divulgação do Filme |
Ben-Hur
conta a história épica de Judah Ben-Hur e sua trajetória após ter sido traído
por seu irmão adotivo Messala.
Sem
comparações entre o clássico de 1959 e a nova versão de 2016, pois histórias
são recontadas de tempos em tempos, e Ben-Hur precisava de uma versão para os
mais novos. Embora o filme tenha alguns furos de roteiro, como o motivo da
traição de Messala, transforma um clássico numa história superficial. O filme
tem alguns momentos que são realmente impressionantes, como a cena em que o
barco afunda, ou até mesmo a corrida de bigas. Jack Huston (Ben-Hur), entrega uma boa atuação, embora para querer ser
um herói de um épico ele deixa a desejar em alguns aspectos. Enquanto Toby
Kebbell (Messala), entrega uma bela atuação, sendo realmente ameaçador em
alguns momentos. Rodrigo Santoro (Jesus), representa muito bem a levada
brasileira que está tentando “dominar” Hollywood, entregando um belo Jesus
embora apareça pouco tempo do filme.
Enfim
Ben-Hur é um belo filme, mas está muito longe de ser um épico, que será
lembrado daqui a 20 anos, ele não chegara nem a 10 anos, pois quando se sai do
cinema já esquece o que aconteceu. Hollywood está tão acostumado em pasteurizar
todos os seus filmes, que não acredito que teremos um épico tão cedo.
Edson Belau Da Luz, acadêmico do 5º semestre de Publicidade e Propaganda

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