quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Drone, uma nova tecnologia no mercado


Nos tempos atuais é praticamente impossível quem não conheça ou nunca tenha ouvido falar dos drones. Na década de 1980 ele começou a ser utilizado para espionagem pelos Estados Unidos, porém com tecnologia muito inferior à atual. Com a modernização os drones passaram a ser cada vez mais tecnológicos e com outros fins.
            Hoje o equipamento ainda é usado por militares, mas ganhou espaço também em outros lugares, como brinquedos dos famosos “gueeks”, e cada vez mais está sendo utilizado para entregas. Segundo o diretor comercial da Gohobby (maior distribuidora de drones do Brasil) Arthur Vaz, a popularidade do drone no país cresce mensalmente.
            Os drones são usados para fazer coisas que não conseguiríamos sozinhos, como ter acesso às zonas onde aviões não chegam, apagam incêndios, fazem imagens do alto, ou simplesmente são usados para diversão. Nas atividades profissionais o que mais se vê é equipes de televisão utilizando esse equipamento para fazer imagens do alto, assim facilitando o trabalho e também podendo substituir helicópteros.
       O drone já foi usado por bandidos para levar drogas aos presídios no Brasil. Recentemente, nos Estados Unidos, foi usado para levar medicamentos à uma clínica rural. Essa foi a primeira vez que o governo do país autoriza a realização de entregas à longa distância desde fevereiro, quando foram proibidas o uso de drones para levar encomendas.
            E para quem deseja comprar um drone o mais indicado para iniciantes é o Hubsan X4, um modelo que pode ser controlado através do smartphone. O preço varia de R$ 7,5 mil à R$ 9 mil. Mas se você prefere um modelo mais barato há o modelo H18 S9, e custa em torno de R$ 500,00.
Drone modelo Hubsan X4
       Existem regras para pilotagem de drones no Brasil que foram definidas pela Força Aérea. Basicamente, pessoas não podem ser colocadas em risco durante a utilização. As competições possuem regras próprias. No uso experimental, deve-se emitir um certificado de autorização pela ANAC. 

Rafael Garbert Severo acadêmico de jornalismo da Feevale.

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