sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Rotina no Radiojornalismo


Desde 1922, o rádio exerceu forte influência na vida da comunidade. Foi neste ano que ocorreu a primeira experiência radiofônica no Brasil, porém, somente em 1923, foi instalada a primeira emissora. Após o lançamento, esse veículo de comunicação passou a fazer parte do cotidiano das pessoas, tornando-se um companheiro de todas as horas e um importante meio de informação e entretenimento.






Carlos Pereira
Trabalhando como Técnico de Áudio há 25 anos, Carlos Roberto Pereira, conhecido como Carlão, atua no Núcleo de Rádio da Universidade Feevale, onde o principal objetivo é instruir e ajudar alunos e professores nas aulas, fazer as gravações e edições e preparar o estudante para o mercado de trabalho. “Aos poucos fui gostando da profissão e crescendo profissionalmente”, lembrou Carlão.
Rinaldo Silveira
Do outro lado do time está Rinaldo Silveira, Operador de Áudio há 18 anos, na qual diz ter sua vida marcada quando começou a trabalhar no Núcleo de Rádio da Feevale. “Para ser bem visto como um bom profissional tem que ser diferente e se dedicar bastante”, aconselhou. São quatro tipos de programas que estão disponíveis para os alunos de Comunicação Social, sendo eles o “Mídia em Foco”, “Frequência Livre”, “Café Comunitário” (para estagiários do Núcleo) e “Espera da Sala” (para estudantes de Jornalismo que tiverem interesse em adquirir uma maior experiência com o rádio). “Todos precisam se dedicar à sua profissão, sem levar em conta o salário, para assim se tornar um grande profissional”, recomendou Rinaldo. “Tentamos mostrar aos estudantes o que eles vão enfrentar no mercado de trabalho”, completou Carlão.
Jornalismo de pai para filho

O estudante de Jornalismo Raphael Alves trabalha no Núcleo de Rádio como produtor e locutor do programa Frequência Livre desde 28 de novembro deste ano, e conta que a paixão pela profissão começou por influencia de seu pai Claudio Alves, que é radialista na empresa RCA Produtora. “Com seis anos eu gravava áudio em casa com fita cassete e depois ouvia”, relembrou Raphael. De todos os acontecimentos o que mais marcou a vida do estudante foi quando tinha 18 anos e foi convidado para ser comentarista numa decisão de campeonato de Futsal. “Eu estava muito nervoso, mas criei coragem e dei uma de Maurício Saraiva”, brincou. “Foi legal a experiência, porque falei pela primeira vez ao vivo em uma rádio”, finalizou o futuro jornalista, que se identifica com o Jornalismo Esportivo.

Fotos: Daiana V. Lopes

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