Um dos shows mais aguardados pelo público fez o Gigantinho tremer nesta noite do dia 13 de outubro, em Porto Alegre. A banda Green Day impressionou os fãs com seu carisma, simpatia e sua belíssima apresentação.As filas para os portões 3 e 5 estavam enormes já pela manhã, e iam aumentando ao longo do dia. “Estamos na fila há uma semana e sei que esses longos dias de espera vão valer muito”, disse Diego Silveira, 18 anos, na fila de entrada para o show. Os portões foram abertos a partir das 17h e a primeira apresentação começou às 20:30, com a banda gaúcha Superguidis.
O trio californiano contou com a presença de mais três músicos que já se apresentavam com a banda há um tempo e o espetáculo começou às 21h30min, com a presença de mais de 13.000 pessoas, que aguardavam ansiosas pela apresentação. A multidão foi à loucura com a presença dos músicos no palco, já nos primeiros segundos.
O vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong brincou com o público e convidou alguns fãs para subirem no palco para participar de alguns momentos, deu beijos e abraços. Uma das fãs teve o privilégio de cantar “Longview” e ganhar de presente a guitarra usada por Billie. Ele brincou com a menina dizendo para ela aprender a tocar, já que a voz não ajudou muito.
A banda também fez covers de Black Sabbath “Iron Man”, passou por “Rock and Roll”, do Led Zeppelin, “Highway to Hell”, do AC/DC e o hino do Punk Rock “Blitzkrieg Bop” do Ramones, com o baterista Tré Cool no vocal e Billie Joe assumindo a bateria. O trio aproveitou a situação e debochou um pouco tocando “Sweet Child O’ Mine” do Guns N’ Roses.
Billie também divertiu o público com alguns brinquedos usados nos shows como pistolas d’água, um lançador de papel higiênico e uma espécie de bazuca que atirava camisetas. “O Green Day não pertence mais a Califórnia. O Green Day pertence ao Brasil”, comentou Billie, muito emocionado com a platéia animada.
A turnê “21st Century Breakdown” cumpriu suas três horas de show, tocando trinta e duas músicas, num espetáculo com muitas luzes, fogos de artifício, labaredas de fogo, explosões e muitas surpresas. “Foi o melhor show que já assisti na vida e espero que voltem mais vezes ao Brasil”, disse Carlos Eduardo Lippstein de Oliviera, 20 anos, de São Leopoldo.
Foto: Mauro Schaefer
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