Já estamos no século XXI e o Papai Noel está longe de ser esquecido. Mas será que a generosidade ainda é a principal motivação de trabalho do bom velhinho? A redação do TRI conversou com uma pessoa especial, que falou um pouco sobre essa missão de alegrar as crianças ao longo dos anos.
Natalino: um nome que, a princípio, é dado àqueles que nascem no dia 24 ou em 25 de dezembro, não tem essa explicação padrão para o caso de Natalino Fagundes da Silva. Ele explica que considera o nome uma espécie de afirmação para sua missão de Papai Noel. “Nasci no dia 6 de junho, ou seja, o nome nada tem a ver com a data. Acho que foi uma espécie de missão que minha mãe viu em mim. Ela deve ter olhado em meus olhos e pensado: esse guri vai ser um bom Papai Noel”, explica. E, de fato, dona Geisa, mãe de Natalino, não estava errada...
Aos 52 anos, ele já reserva, há 15 anos, o mês de dezembro para vestir um traje especial: cinto e botas pretas, roupa vermelha e barba branca. Natalino Fagundes, que quando não é Papai Noel trabalha como vendedor em uma loja de eletrodomésticos de Campo Bom, conta que desde pequeno gostava de ajudar os demais. “Quando tinha uns 17 anos, durante a época do Natal, meu pai pegava o trator, encaixava a carreta atrás e, enquanto ele dirigia, eu ia distribuindo balas para as crianças da nossa vizinhança”, lembra, emocionado.
Natalino: um nome que, a princípio, é dado àqueles que nascem no dia 24 ou em 25 de dezembro, não tem essa explicação padrão para o caso de Natalino Fagundes da Silva. Ele explica que considera o nome uma espécie de afirmação para sua missão de Papai Noel. “Nasci no dia 6 de junho, ou seja, o nome nada tem a ver com a data. Acho que foi uma espécie de missão que minha mãe viu em mim. Ela deve ter olhado em meus olhos e pensado: esse guri vai ser um bom Papai Noel”, explica. E, de fato, dona Geisa, mãe de Natalino, não estava errada...
Aos 52 anos, ele já reserva, há 15 anos, o mês de dezembro para vestir um traje especial: cinto e botas pretas, roupa vermelha e barba branca. Natalino Fagundes, que quando não é Papai Noel trabalha como vendedor em uma loja de eletrodomésticos de Campo Bom, conta que desde pequeno gostava de ajudar os demais. “Quando tinha uns 17 anos, durante a época do Natal, meu pai pegava o trator, encaixava a carreta atrás e, enquanto ele dirigia, eu ia distribuindo balas para as crianças da nossa vizinhança”, lembra, emocionado.
O vendedor diz que é praticamente impossível lembrar-se do nome e da carinha de cada uma das crianças, no entanto, afirma que jamais esquecerá o brilho no olhar que vê em cada encontro especial. “Um dos momentos mais emocionantes foi quando uma garotinha, de uns 5 anos, pediu que eu trouxesse o pai dela de volta. Infelizmente, neste caso, ninguém poderia trazê-lo de volta”, conta emocionado.
O Papai Noel existe porque as crianças acreditam em toda magia que o envolve, caso contrário, de que adiantaria? Apesar de não poder atender a todos os pedidos que recebe, ele está ali, escutando e, às vezes, é só isso que elas precisam: a compreensão. Enquanto houver crianças para se entregar à magia do Papai Noel, existirão histórias para “gente grande”, como Natalino, se emocionar.
O Papai Noel existe porque as crianças acreditam em toda magia que o envolve, caso contrário, de que adiantaria? Apesar de não poder atender a todos os pedidos que recebe, ele está ali, escutando e, às vezes, é só isso que elas precisam: a compreensão. Enquanto houver crianças para se entregar à magia do Papai Noel, existirão histórias para “gente grande”, como Natalino, se emocionar.
Fotos ACERVO PESSOAL e DIVULGAÇÃO
Para conferir a reportagem completa acesse o link
http://refugiodafoca.blogspot.com/2009/12/jornal-tri-novembrodezembro.html e leia a página central (8/9).

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