Conheça a história do artesão Anselmo Siqueira e veja uma prova de superação e vontade de viver
Assim como milhões de brasileiros, Anselmo Siqueira acorda para mais uma manhã de trabalho. Mas o dia deste artesão de 47 anos já começa diferente da maioria da população. Vítima de um acidente de carro, há 10 anos Anselmo se viu obrigado a modificar sua rotina. Após o desastre, o gaúcho ficou paraplégico e, por isso, abandonou o emprego de vendedor de materiais de construção em uma madeireira de Novo Hamburgo.
Depois de superar seus medos e angústias, ele desejava voltar a contribuir na renda da família. “Acima de tudo queria me sentir vivo e útil de novo”, conta. Infelizmente, nenhum local deu oportunidade de trabalho para Anselmo e, desta forma, foi através da produção de artesanato natalino que ele conseguiu renascer. “Um ano após o acidente, descobri no trabalho manual uma forma de superar o preconceito que eu mesmo tinha da condição na qual estava”, relata o ex-vendedor.
Depois de superar seus medos e angústias, ele desejava voltar a contribuir na renda da família. “Acima de tudo queria me sentir vivo e útil de novo”, conta. Infelizmente, nenhum local deu oportunidade de trabalho para Anselmo e, desta forma, foi através da produção de artesanato natalino que ele conseguiu renascer. “Um ano após o acidente, descobri no trabalho manual uma forma de superar o preconceito que eu mesmo tinha da condição na qual estava”, relata o ex-vendedor.
Com o passar do tempo, Anselmo diz ter se transformado em um artesão com habilidades que ele jamais imaginava ter. Garrafas pet, madeira, lacres de latinha, botões: são alguns dos materiais usados por ele para produzir artigos natalinos. O artesão trabalha na produção de artes manuais durante todo o ano, mas afirma que é no Natal o seu período de maior inspiração. “Acredito que o Natal me passa esta paz porque é um período de nascimento. Hoje em dia, procuro pensar que o acidente foi um modo de me fazer ver a vida de outra forma. Aquilo que muitos consideram morte, eu vejo como renascimento”, finaliza Anselmo.

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